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Kyrie e Glória da Missa Em Si Menor, de J. S. Bach

8 Novembro @ 17:00 – 19:00

Sinopse

A Missa em Si Menor é universalmente reconhecida como uma das mais extraordinárias criações da história da música sacra. Resultado de um longo processo de elaboração que acompanhou as últimas décadas da vida de Johann Sebastian Bach, a obra reúne páginas compostas em diferentes momentos da sua carreira e representa uma síntese incomparável da arte contrapontística, da expressividade vocal e da profundidade espiritual do compositor.
Embora tenha sido concebida para o texto latino da Missa, Bach transcende amplamente o contexto litúrgico imediato, criando uma arquitetura musical de dimensão universal. A riqueza das suas formas, a diversidade dos estilos e a impressionante capacidade de unir tradição e inovação fazem desta partitura um dos mais altos testemunhos da cultura musical ocidental.
Neste concerto serão apresentados o Kyrie e o Gloria, as duas primeiras grandes secções da obra. Da súplica inicial de misericórdia à jubilosa exaltação do louvor divino, estas páginas revelam toda a mestria de Bach na construção de um discurso simultaneamente humano, espiritual e monumental.


Johann Sebastian Bach (1685–1750)

Missa em Si menor, BWV 232

Kyrie
Kyrie eleison I (Coro)
Christe eleison (Dueto para soprano I e II)
Kyrie eleison II (Coro)
Gloria
Gloria in excelsis Deo (Coro)
Et in terra pax (Coro)
Laudamus te (Ária para soprano)
Gratias agimus tibi (Coro)
Domine Deus (Dueto para soprano e tenor)
Qui tollis peccata mundi (Coro)
Qui sedes ad dexteram Patris (Ária para mezzo-soprano/contralto)
Quoniam tu solus sanctus (Ária para baixo)
Cum Sancto Spiritu (Coro)


Ficha Artística

Emmi Kaupinnen, soprano
Ella Feldmeyer, mezzo-soprano
Gregor Reinhold, tenor
Hugo Oliveira, barítono
Osvaldo Ferreira, direcção musical
Orquestra Filarmónica Portuguesa
Coro Sinfónico da Lapa (Filipe Veríssimo, maestro)


Osvaldo Ferreira

Na qualidade de director convidado, Osvaldo Ferreira apresentou-se, recentemente, com a Orquestra Filarmónica de São Petersburgo, na Rússia, Orquestra Gulbenkian, em Lisboa, Orquestra Sinfónica de Nuremberga e Orquestra da Radio Renana, na Alemanha e ainda com a Orquestra Sinfónica da Venezuela, entre outras.
Osvaldo Ferreira é o diretor artístico da Orquestra Filarmónica Portuguesa.
Em Portugal, foi director artístico da Orquestra do Algarve e do Festival Internacional de Música do Algarve. Gravou vários CDs com obras de autores portugueses para a editora Numérica e um CD duplo com sinfonias de Mozart. Com a Orquestra do Algarve, apresentou-se em Viena, Bruxelas, Lisboa, Sevilha, Porto, Curitiba e Londres. Foi o diretor musical da Oficina de Música de Curitiba.
No seu percurso destaca-se ainda o seu trabalho à frente de importantes orquestras: Filarmónica de São Petersburgo, Sinfónica de Roma, Orquestra Gulbenkian, Orquestra de Praga, Filarmónica de Lodz, Filarmónica da Silésia, Sinfónica de Nuremberga, Filarmónica da Rádio Renana, Orquestra Nacional do Porto, Orquestra do Teatro Nacional de São Carlos, Orquestra do Festival de Música de Aspen (E.U.A.) e Orquestra Nacional da Venezuela, entre outras.
Realizou um mestrado em direção de orquestra em Chicago e uma pós-graduação no Conservatório de São Petersburgo, na classe de Ilya Mussin. Foi laureado em 1999 no Concurso Sergei Prokofiev, na Rússia. Recebeu o “Fellowship” do Festival de Música de Aspen, onde frequentou a American Conductors Academy. Foi assistente do maestro Claudio Abbado em Salzburgo e Berlin. Estudou ainda com Jorma Panula e David Zinman, foi bolseiro do Ministério da Cultura de Portugal e da Fundação Calouste Gulbenkian.


Emmi Kauppinen

A soprano natural de Helsínquia, Emmi Kauppinen vive em Viena, onde está a concluir os seus estudos na Universidade de Música e Artes Performativas de Viena, na classe de Lied da KS Angelika Kirchschlager, tendo KS Edith Lienbacher como professora de canto. Entre os seus professores de referência nas áreas do Lied e do estudo vocal contam-se também KS Michael Schade, Gabriele Lechner, Markus Hadulla e Anitta Ranta-Huikuri. Paralelamente, Kauppinen tem vindo a desenvolver o seu percurso artístico através de masterclasses com, entre outros, Thomas Hampson, Susan Manoff, Malcolm Martineau, Hartmut Höll e Richard Stokes.
Kauppinen teve o seu primeiro contacto com o mundo da ópera na adolescência, ao interpretar o papel do Segundo Rapaz em A Flauta Mágica, de W. A. Mozart, na Ópera Nacional Finlandesa. Recentemente, interpretou o seu primeiro papel principal, Gretel, em Hänsel e Gretel, de E. Humperdinck, no Stadttheater Berndorf e no Schlosstheater Schönbrunn, em Viena. Kauppinen tem uma afinidade particular com a ópera moderna e contemporânea, tendo participado, em 2024, na estreia mundial da ópera Fotografen, de Anna Einarsson, em Vadstena, na Suécia, nos papéis de Elsa e Olga, e interpretado Creusa em Medea, de A. Reimann, na mdw Viena, em 2025.
Enquanto cantora de concerto, a temporada 2025–2026 de Kauppinen inclui estreias como Eva/Gabriel em A Criação, de J. Haydn, em Eisenstadt, e como solista soprano no Réquiem Alemão, de J. Brahms, em Viena. Entre outras participações relevantes a solo destacam-se os solos de soprano na Paixão segundo São Mateus e no Magnificat, de J. S. Bach, bem como no Réquiem, de M. Haydn. No domínio do Lied, Kauppinen apresenta-se regularmente em Viena e noutros locais, em duo com a pianista Jelena Pešić. Um dos momentos altos da temporada de primavera de 2026 do duo é a participação no festival
LiedBasel, na Suíça. Durante a temporada 2025–2026, Kauppinen é também bolseira da Lied Academy do festival Heidelberger Frühling.


Ella Feldmeyer

A mezzo-soprano Ella Feldmeier, nascida em Berlim, cresceu em Leipzig, onde estudou com a Professora Elvira Dressen, na HMT Leipzig. Desde 2023, frequenta o mestrado na mdw Viena, com o Prof. Karlheinz Hanser, bem como a especialização em canto de concerto e Lied, com Angelika Kirchschlager.
Em Leipzig, interpretou, entre outras obras, diversas cantatas de Bach, o Oratório de Natal, a Paixão segundo São Mateus, o Requiem de Mozart e o Stabat Mater de Pergolesi. Interpretou o papel da Terceira Dama em A Flauta Mágica, de Mozart, e, em 2022, o papel de Tisbe em La Cenerentola para crianças, de Rossini, em Roma e no Teatro San Carlo, em Nápoles. Adquiriu ainda experiência adicional em palco como membro do coro da Ópera de Leipzig, durante as temporadas de 2021 a 2023.
Em dezembro de 2023, estreou-se em Viena no papel de Hänsel, de Humperdinck, na ópera Hänsel e Gretel, no Schlosstheater Schönbrunn, sob a direção de Daniel Linton-France, bem como no Stadttheater Berndorf, na Baixa Áustria. Na Ópera de Halle, participou na última temporada em O Cavaleiro da Rosa, no papel da Terceira Órfã Nobre.


Gregor Reinhold

Gregor Reinhold nasceu em Leipzig. Em criança, integrou o Coro de São Tomás (Thomanerchor) e adquiriu posteriormente mais experiência coral na Rudolf-Hildebrandt-Schule, em Markkleeberg. Recebeu as primeiras aulas de canto com Eva Kirchner. Entre 2017 e 2019, estudou «Música e Movimento» na UdK de Berlim, desenvolvendo competências tanto na área do canto como da performance.
Concluiu a licenciatura em Canto Clássico entre 2019 e 2024, na HMT de Leipzig, inicialmente com o Prof. Berthold Schmid e, posteriormente, com o KS Prof. Roland Schubert.
O jovem tenor já conta com experiência em ópera e concerto em diversos palcos. Interpretou papéis como Pawlowitsch em O Conde do Luxemburgo(F. Lehár), no Gärtnerplatztheater de Munique, com encenação de Peter Lund e direção musical de Michael Brandstätter. Interpretou também o papel do Soldado em O Imperador de Atlântida (V. Ullmann), no festival Ars Electronica, sob a direção musical de Dennis Russell Davies e encenação de David Bösch; o Mestre de Câmara em O Cavaleiro da Rosa (R. Strauss), na Ópera de Leipzig, com a Orquestra do Gewandhaus de Leipzig, sob a direção de Christoph Gedschold; Agenore em Il re pastore (W. A. Mozart), na Kammeroper Rheinsberg, com a Kammerakademie Potsdam, sob a direção de Florian Ludwig; Gherardo em Gianni Schicchi (G. Puccini), no Schlosstheater Schönbrunn, em Viena; e Edoardo em La cambiale di matrimonio (G. Rossini), no Teatro Niccolini, em Florença. Estreou-se no papel de Remendado, em Carmen (G. Bizet), no verão de 2022, durante o festival Schlossfestspiele Ettlingen.
Além disso, Gregor Reinhold é também um cantor de concerto requisitado. O seu repertório de concerto estende-se de Schütz à música contemporânea. A obra de Johann Sebastian
Bach ocupa um lugar de destaque no seu percurso, tendo-se apresentado, entre outros locais, na Igreja de São Tomás, em Leipzig, e, mais recentemente, em Landau, com a Orquestra Barroca de Dresden.
Em outubro de 2025, Gregor Reinhold estreou-se com o Requiem de Mozart no Musikverein de Viena, acompanhado pela Orquestra Sinfónica Savaria, sob a direção musical de Alois Glaßner.
Dedica-se também ao Lied. Em junho deste ano, por exemplo, apresentou-se na LIEDacademy de Basileia.
O seu percurso artístico foi igualmente marcado pela participação em masterclasses com cantores e profissionais de renome, como Edda Moser, Vesselina Kasarova, Dagmar Schellenberger, Olaf Bär, Wolfram Rieger e Annette Dasch.
Gregor Reinhold é laureado do Concurso Internacional de Canto da Kammeroper Schloss Rheinsberg.
No âmbito da Internationale Sängerakademie Torgau, recebeu o Prémio de Incentivo em 2022 e o Prémio de Concerto em 2023. Foi também bolseiro do Deutschlandstipendium em 2022/2023, da Eva Lind Musikakademie em 2023 e da associação Amicitia em 2025.
Em 2022/2023, Gregor Reinhold participou no programa Erasmus em Florença, no Conservatorio di Musica Luigi Cherubini, onde aprofundou os seus conhecimentos do repertório italiano.
Atualmente, prossegue os seus estudos de mestrado em Vocal Performance, com o Prof. Karlheinz Hanser, na MDW, em Viena.
A partir da temporada 2026/2027, integrará o elenco da companhia do Staatstheater am Gärtnerplatz, em Munique.


Hugo Oliveira

Nascido em Lisboa, Hugo Oliveira foi membro do Estúdio de Ópera do Porto – Casa da Música, onde participou em produções como Joaz (Jojada) de Benedetto Marcello, sob a direção de Richard Gwilt, L’Ivrogne Corrige (Lucas) de Gluck, com direção musical de Jeff Cohen, e Frankenstein!, de Heinz-Karl Gruber, dirigido por Pierre-Andre Valade, atuação que repetiu mais tarde, em 2006, com a Orquestra Sinfónica de Londres, sob a direção de François-Xavier Roth, no Barbican Centre de Londres.
Inserido na prestigiada série de ópera do Concertgebouw – ZaterdagMatinee NPS, interpretou La Wally (Pedone) de Catalani e Samson et Dalila (2ème Philistin) de Saint-Saëns, ambas sob a direção de Giuliano Carella, e Lohengrin (Dritte Edler) de Wagner, dirigido por Jaap van Zweden. No Festival d’Aix-en-Provence foi o protagonista de Un Retour de Oscar Strasnoy. Interpretou ainda As bodas de Figaro (Figaro) no Coliseu do Porto, sob a direção de Young-min Park, Les malheurs d’Orphée (Orphée) de D. Milhaud, com a Ebony Band, em Paris (Cité de la Musique), Melodias Estranhas, de António Chagas Rosa, com Stefan Asbury, Paint me (Howard) de Luís Tinoco, dirigido por Joana Carneiro,
L’enfant et les Sortilèges (Fauteuil), sob a direção de Wayne Marshall, no Concertgebouw de Amesterdão, Dido e Eneias (Eneias) de Purcell, Vénus e Adonis (Adonis) de John Blow, Le Carnaval et La Folie (Momus) de Destouches, com Os Músicos do Tejo, e Rappresentatione di Anima et di Corpo, de Cavalieri, com AKAMUS (René Jacobs) na Staatsoper Berlin. Cantou ainda em Orfeo (Plutone) de Monteverdi, com os Divino Sospiro (Enrico Onofri) e, como Caronte, com o ensemble francês Akadêmia (Françoise Lasserre) em Delhi e Paris.
O vasto reportório de Hugo Oliveira estende-se ainda à oratória, salientando-se obras como o Requiem de Mozart, com a Orquestra Gulbenkian (Michel Corboz), a Missa em Dó menor de Mozart, em França, Die Legende von der HeiligenElisabeth de Liszt (Gennadi Rozhdestvensky), o Requiem de Brahms (Marcus Creed), Solomon de Händel (Paul McCreesh), Pulcinella de Stravinsky (Martin Andrè), Les Noces de Stravinsky (Rob Vermeulen) e Jetzt immer Schnee de Gubaidulina, com o Asko Schönberg Ensemble (Reinbert de Leeuw).
Hugo Oliveira tem-se destacado internacionalmente pela interpretação do repertório de J. S. Bach, com maestros como Ton Koopman, Frans Brüggen, Peter Dijkstra, Klaas Stok, Paul Dombrecht, Peter van Heyghen e Václav Luks. Trabalhou ainda com Jordi Saval (Le Concert des Nations), Bruno Weil (Wallfisch Band), Gabriel Garrido (Ensemble Elyma), Andrzej Kosendiak (Wroclaw Baroque Orchestra), Keneth Weiss, Nigel North, Lawrence Cummings e Christophe Rousset.


Coro Sinfónico da Lapa

O Coro Sinfónico da Lapa é um dos mais relevantes projetos corais da cidade do Porto, desenvolvendo uma atividade regular nas áreas da música sacra, oratória e repertório coral-sinfónico.
Criado no âmbito da dinâmica musical promovida pela Igreja da Lapa, o coro tem participado ao longo dos anos em numerosas celebrações litúrgicas solenes, concertos e produções de grande dimensão, colaborando com orquestras, solistas e maestros de reconhecido prestígio nacional e internacional.
O seu repertório abrange um amplo arco cronológico, desde a polifonia renascentista até às grandes obras coral-sinfónicas dos séculos XIX e XX, incluindo missas, paixões, oratórias, réquiems e outras páginas fundamentais da tradição musical europeia.
Sob direção de Filipe Veríssimo, o Coro Sinfónico da Lapa tem assumido um papel relevante na divulgação do património coral sacro e na valorização da música litúrgica e de concerto, mantendo uma atividade artística regular integrada em projetos de especial significado cultural e espiritual.


Orquestra Filarmónica Portuguesa

A Orquestra Filarmónica Portuguesa é apoiada pela Direção-Geral das Artes e por fundos da Europa Criativa da União Europeia, tendo ficado classificada em primeiro lugar entre as orquestras europeias que se candidataram a este projeto. Em janeiro de 2025, a OFP iniciará o projeto “Youth Musicians Empowerment Project”.
A OFP celebra este ano 10 anos de atividade apresentando nas principais salas do país mais de 40 concertos e ainda as Óperas, Barbeiro de Sevilha de Rossini e Turandot de Puccini. A orquestra estará de novo em Paris, no Theatre de la Ville, uma das mais prestigiadas salas da Europa, no dia 9 de Junho.
Os primeiros 10 anos de vida da OFP estão repletos de enormes sucessos. A convite do Institut Français de Culture, a OFP apresentou-se no Théatre des Champs-Élysées, num concerto integrado na temporada da Saison Croisée France/Portugal 2022, assinalando, assim, a sua estreia internacional na famosa sala parisiense. Ainda em Paris, e a convite da UNESCO, a OFP realizou um memorável concerto na sede desta importante organização mundial, integrado no programa de comemoração do Dia Mundial da Língua Portuguesa (5 de maio de 2022), o qual foi gravado e transmitido em streaming para todo o mundo. A convite de promotores alemães, a OFP apresentou-se em junho de 2023 na mítica sala da Filarmónica de Berlim, sendo aplaudida entusiasticamente e recebendo excelentes críticas. Em 2025, a cidade de Madrid recebeu a OFP na Palácio La Liria num concerto memorável e integrado no Dia de Portugal.
Enquanto líder do projeto “Sounds of Change”, que envolve parceiros da Alemanha, Espanha, Eslovénia e Sérvia, a OFP teve a sua candidatura selecionada pelo programa Europa Criativa da União Europeia, sendo um dos apenas vinte projetos apoiados entre muitas centenas de candidatos.
A Orquestra é apoiada pela Direção-Geral das Artes através do Programa de Apoio Sustentado às Artes. Anteriormente, os seus projetos de criação e internacionalização também haviam sido apoiados pela DGArtes, nos concursos pontuais de 2021 e 2022.
Nas temporadas de 2021 e 2022, a Orquestra Filarmónica Portuguesa consolidou o seu sucesso e impacto nacional e internacional, recebendo um convite para se associar às comemorações dos 500 anos da viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães. Realizou, para o efeito, importantes concertos, nos quais foram apresentadas obras encomendadas a conceituados autores nacionais e internacionais. O concerto realizado no dia 2 de maio de 2021, no CCB, dedicado à música e à língua portuguesas e integrado na agenda oficial da Presidência Portuguesa da União Europeia (PPUE), foi gravado e transmitido pela RTP2 e pela Antena 2, merecendo os mais rasgados elogios do público e da crítica especializada. Ainda em 2021, em parceria com a Altice Arena e a lendária banda Xutos & Pontapés, a OFP apresentou três grandes concertos em Lisboa e no Porto, para um público que ultrapassou as 20 mil pessoas.
A Orquestra Filarmónica Portuguesa já se apresentou em praticamente todo o território nacional, interpretando algumas das mais importantes obras do repertório sinfónico e acompanhando grandes solistas internacionais. Destacam-se os seus concertos regulares no CCB, na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa, na Altice Arena (onde é orquestra associada) e no Campo Pequeno, em Lisboa; no Coliseu do Porto, na Casa da Música, no Salão Árabe do Palácio da Bolsa, nos Jardins de Serralves e no Museu Romântico, no Porto; no Europarque (Santa Maria da Feira), no Theatro Circo (Braga), no Convento S. Francisco (Coimbra), no Teatro Sá de Miranda (Viana do Castelo), no Teatro Municipal de Bragança, no Teatro Viriato (Viseu), no Teatro Municipal da Guarda, no Centro de Congressos de Santarém, no Centro Cultural Olga Cadaval (Sintra), no Teatro das Figuras (Faro), no Teatro TEMPO (Portimão), no Teatro Aveirense (Aveiro), no Auditório de Olhão, no Centro Cultural do Arade (Lagoa), bem como em participações anuais na maioria dos principais festivais de música nacionais.
A OFP tem apoiado de forma consistente jovens solistas nacionais, maestros nacionais, tendo encomendado e estreado 16 obras de autores nacionais e 5 obras de autores internacionais. Destacam-se o apoio às jovens compositoras nacionais Ana Seara, Anne Vitorino d’Almeida, Fátima Fonte, Ana Ataíde Magalhães, Camila Salomé Menino e Sara Ross, bem como a colaboração com Alexandre Delgado, Luís Tinoco, Rafael Diaz e Nuno Guedes Campos. Nos últimos dois anos foram ainda estreadas 2 grandes obras sinfónicas, um bailado, e uma ópera no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril.
Fundada em maio de 2016 por Osvaldo Ferreira e Augusto Trindade, a Orquestra Filarmónica Portuguesa é amplamente reconhecida, pelo público e pela crítica, como uma das melhores orquestras sinfónicas nacionais. A Orquestra Filarmónica Portuguesa conta com a direção artística do maestro Osvaldo Ferreira, um dos mais representativos chefes de orquestra nacionais da atualidade.


Entrada Livre
Rua da Igreja
Valongo, 4445-127 Portugal
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